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As terras paranaenses
pertenciam à Capitania de São Vicente; eram percorridas esporadicamente, durante
o século XVI, por europeus exploradores da madeira de lei. A partir do século
XVII teve início à colonização, sendo fundada a Vila de Paranaguá em 1660.
Colonos e jesuítas espanhóis povoaram Paranaguá e Curitiba nos primeiros tempos.
Com a descoberta de ouro, portugueses foram atraídos para a região. A posterior
descoberta de ouro nas Minas Gerais diminuiu a exploração no Paraná.
A passagem de tropas (gado e cavalos) vindos de Viamão para Sorocaba propiciaram
o tropeirismo no Estado. Paradas feitas durante o percurso para pouso originavam novos povoamentos que, com o passar dos tempos
tornaram-se cidades (Rio Negro, Campo do Tenente, Lapa, Porto Amazonas,
Palmeira, Ponta Grossa, Castro, Piraí do Sul, Jaguariaíva e Sengés).
A história oficial do Paraná começa em 29 de agosto de 1853 com a lei assinada
pelo Imperador Dom Pedro II, que desmembrou a região da Província de São Paulo.
Logo após de conquistada sua autonomia, teve início um programa oficial de
imigração européia para a região, principalmente de poloneses, alemães e
italianos que vieram em busca de riquezas. Em 1880 houve a abertura de estradas
e rodovias, o que acelerou a ocupação. Daí em diante aconteceu o grande fluxo de
migrantes mineiros e de outros estados pelo baixo valor das terras e grande
fertilidade. O Paraná se torna Estado em 1889.
O Estado do Paraná é formado por 399 municípios, sua capital é Curitiba, fundada em 1693, como Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. Curitiba se tornou a capital do Estado em 1853. A ocupação do seu território foi lenta até 1870, quando foi iniciado o processo de colonização por imigrantes europeus. O Estado ainda tem a economia baseada no agronegócio, mais tem vários pólos industriais em franco desenvolvimento e possui ampla estrutura turística, com destaque para as Cataratas do Iguaçu, na cidade de Foz do Iguaçu.
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